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Para esquentar: drinks de inverno no JK

 
Por Victor Collor
 
Vimos ao longo dos últimos anos o crescimento da cena de coquetelaria no Brasil. A comprovação disso são os inúmeros bares e restaurantes que vêm entendendo cada vez melhor como trabalhar aquelas garrafas empoeiradas que estavam esquecidas atrás do balcão.
 
Da mesma forma que a gastronomia teve um salto junto com todos os desmembramentos que vemos hoje com a quantidade de Chef’s, cursos, programas de TV e valorização da categoria, a cena de drinques segue a mesma linha. É nítida a quantidade de estabelecimentos que enxergam esse cenário e têm oferecido novas experiências para os seus clientes, seja na entrega de coquetéis clássicos muito bem elaborados com novas matérias primas, ou na entrega de coquetéis autorais com a valorização do que temos aqui no Brasil, que vão desde bases alcoólicas, passando pelas guarnições e claro, os sabores tropicais que encontramos de sobra por aqui.
 
O paladar vêm sendo cada vez mais lapidado e chegamos ao ponto de não só beber por beber, mas sim, saber exatamente o que cada drink, base e insumos têm a ver com a época do ano e como aquilo irá refletir na sensação de tomar um drinque mais refrescante ou mais intenso. Foi sobre essa ideia que eu fui ao restaurante Spot no JK Iguatemi bater um papo com Pedro Bittencourt (assista ao vídeo no canal Iguatemi Views) Da mesma forma que com o frio, vem a vontade de comer pratos que nos confortam, os drinques também seguem essa mesma linha. Tomar coquetéis mais refrescantes no inverno é proibido? Claro que não. Mas o fato de tomar um drinque mais intenso, com graduação alcoólica mais elevada, com certeza irá te esquentar mais. Por que será que os russos têm paixão pela vodka? Essa é a resposta.
 
Na ocasião, os coquetéis em questão foram o Negroni e o Boulevardier. O primeiro é a soma de três partes iguais de vermute tinto, gin e Campari e o segundo é uma variação do drink nascido em Florença, na Itália, que apenas troca o gin por Bourbon. Ambos com um zest de laranja e adição de bitters aromáticos para dar mais perfume e corpo.
 
Se compararmos um Gin&Tonic com ambos drinques acima, o G&T tem apena uma dose de gin com o restante do coquetel acrescido de água tônica, já o Negroni e o Boulevardier têm três partes iguais, sendo as três alcoólicas. Ou seja, se a graduação alcoólica esquenta, essa é a pedida para esse frio que abraçou São Paulo.
 
 
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